É o termo usado para tratar do mais novo fenômeno da internet, onde a internet é usada para o armazenamento de dados e para rodar programas, que não está no computador do cliente e sim rodando em servidores remotos acessados pela internet.
Consiste em o usuário deixar que servidores remotos realize todo o processamento de um software e armazenamento de dados, que antes era executado pelo computador pessoal.
Exemplos de Softwares Remotos:
Gmail
É uma das melhores ferramentas de e-mail atualmente, funciona tudo online e tem aproximadamente 5 GB de espaço.
Google Docs
O Google docs pode ser usado em conjunto com o Gmail, ele possuí ferramentas para edição de texto, planilhas e um programa para apresentações.
Google Calendar
Agenda online que pode ser usada para fins pessoais e ou comerciais, tem a possibilidade de compartilhar eventos com outros participantes.
Microsoft SkyDrive
É um espaço criado pela Microsoft onde você poderá salvar seus arquivos on line e se quiser poderá compartilhar com alguma pessoa.
Algumas Vantagens de usar a Internet como Computador.
- Elimina a necessidade de pesados investimentos em infra-estrutura, como máquinas e profissionais para dar suporte;
- Acesso aos seus arquivos de qualquer lugar pela internet;
- segurança quanto ao backup dos dados .
Hoje o que torna a computação em nuvem viável é a popularização da banda larga e o barateamento dos hardwares.
Fica aqui uma pergunta de como será o futuro da computação em nuvem, será a extinção dos softwares vendidos em pacotes como Office ou até o próprio Windows ? O computador será apenas um terminal sem nada instalado conectado a internet que quando acessarmos abrirá o seu sistema operacional de preferência como o windows, Mac OS e ou Linux ?
E todos os programas e softwares estarão na grande rede ? Ou até mesmo com a chegada de celulares como o iphone que poderemos carregar o nosso computador no bolso e em apenas um clique na rede teremos todos os nossos arquivos pessoais e comerciais ?
Eu acredito que em pouco tempo a computação de nuvem será a coisa mais normal do que salvar um arquivo em seu computador.
A Google lança um novo navegador para Brigar com o Internet Explorer e Firefox, será a nova Guerra dos Navegadores ?Para baixar o navegador use o link abaixo: http://www.google.com/chrome/
Considerada a maior feira de eletrônicos do mundo, a Consumer Electronics Show (CES) tem início nesta segunda-feira (7), com a presença de 2,7 mil organizações que irão a Las Vegas, nos Estados Unidos, para exibir seus produtos e serviços. Até quinta-feira (10), cerca de 140 mil pessoas devem passar pelo evento, restrito a profissionais da área de tecnologia.
A feira conta com palestras de diversas empresas — a abertura do evento é sempre realizada por Bill Gates, da Microsoft –, mas o foco dos visitantes e da imprensa fica voltado aos produtos, pelo fato de o evento sempre apresentar novidades. Nesta edição, por exemplo, um dos principais destaques será uma TV de plasma com 150 polegadas, criada pela Panasonic.
A área de telefonia também deve chamar a atenção. Isso porque, um ano após Steve Jobs apresentar o iPhone, fabricantes de telefones celulares mostrarão no evento concorrentes para o aparelho multimídia da Apple. De acordo com o site “Wired”, o modelo F700, da Samsung, e o Voyager, da LG, são alguns desses rivais. Robótica, entretenimento, áudio, imagens digitais, games e tecnologia para veículos são outras áreas que devem apresentar novidades nos quatro dias de evento.
Segundo a agência de notícias Associated Press, neste ano as companhias também devem mostrar maior preocupação com o ambiente: consumo reduzido de energia e baterias facilmente recicladas marcarão presença.
A japonesa Fujitsu divulgará a imagem de “fabricante verde” com um laptop que tem milho em sua composição. Esse produto utilizado na estrutura do portátil não é biodegradável e, por isso, sua decomposição é lenta como a do plástico. O modelo já foi vendido no Japão em 2006, e a Fujitsu o levará à CES porque considera lançá-lo no mercado norte-americano.
O Google anunciou o desenvolvimento de um serviço online concorrente da enciclopédia digital Wikipedia. No serviço, chamado “Knol” (de knowledge, conhecimento em inglês) os usuários poderão escrever artigos sobre diferentes temas, mas com sua assinatura.
O Google adiantou em seu blog corporativo os detalhes do projeto, ao qual só se pode ter acesso mediante convite. Os artigos de “Knols” serão assinados por seus autores, que podem incluir uma foto e uma breve biografia de si mesmos. “Acreditamos que saber quem escreveu ajudará os usuários a fazer um melhor uso do conteúdo”, escreveu Udi Manber, vice-presidente de engenharia do Google, no blog.
Os usuários poderão escrever críticas sobre os artigos e avaliá-los, mas não editá-los, como ocorre na Wikipedia. No entanto, a página de exemplo divulgada pelo Google inclui um link com a palavra “editar”, supostamente para que o autor do artigo revise seu conteúdo.
A outra grande diferença em relação à Wikipedia é que o serviço do Google incluirá anúncios se os autores dos artigos o desejarem e estes poderão ficar com uma parte da receita publicitária.
A Wikipedia está disponível em 250 línguas e em conjunto já tem mais de oito milhões de artigos. Apesar de sua popularidade, foi às vezes motivo de controvérsia pela suposta inexatidão ou subjetividade de algumas de suas entradas.
Até 2012, 25% de todo o entretenimento consumido no mundo será criado, editado e compartilhado entre integrantes de grupos e não mais por grandes empresas de mídia. A previsão faz parte do estudo intitulado A Glimpse of the Next Episode, realizado pela Nokia. O estudo foi baseado em pesquisas sobre tendências da vida digital junto a cerca de 900 milhões de clientes da companhia, além de formadores de opinião e líderes de mercado de 17 países.
“As tendências que observamos nos mostram que as pessoas terão um desejo genuíno não só de criar e compartilhar seu próprio conteúdo, como também de fazer remixagens e mash ups, e passá-los adiante em seus grupos ¿ numa forma de mídia social colaborativa”, analisou Mark Selby, vice-presidente de multimídia da Nokia, de acordo com o site MobileCrunch.
Outros dados do estudo revelam que 23% dos entrevistados compram filmes em formato digital, 35% compram música em arquivos de MP3 e 25% em dispositivos móveis, enquanto outros 39% vêem TV pela internet.
Mais detalhes sobre a pesquisa podem ser acessados, em inglês, no atalho tinyurl.com/yr5e5y.
A Microsoft anunciou nesta quarta-feira a aquisição da Multimap, uma das principais companhias britânicas do setor de mapas online. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.
Segundo a Microsoft, o acordo dá a localização e a tecnologia de mapeamento que complementam os serviços já oferecidos pela empresa, como o Virtual Earth, Live Search e Windows Live.
“Essa aquisição vai cumprir um papel significativo no crescimento futuro de nossos negócios na área de busca, e representa uma enorme oportunidade de expandir nossa plataforma além do Reino Unido e globalmente”, disse Sharon Baylay, gerente do Online Services Group da Microsoft.
O Google está preparando um serviço que permitirá aos usuários armazenar online dados que atualmente estão presos nos discos rígidos de seus computadores. A informação foi publicada pelo Wall Street Journal nesta terça-feira. Os usuários poderão guardar nos computadores do Google arquivos como documentos de texto, músicas, vídeos e imagens, informou o jornal em sua edição online, citando fontes próximas ao assunto. Segundo o site do diário, o serviço permitirá acesso aos arquivos a partir de diferentes computadores e por dispositivos móveis e pode ser lançado daqui a poucos meses.
O jornal também informou que o Google planeja fornecer um espaço de armazenamento gratuito e ampliações disse custariam uma taxa a ser cobrada dos usuários. O preço ainda não é conhecido, acrescentou o jornal.
Representantes do Google não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. Segundo o jornal, uma porta-voz do Google não quis comentar qualquer plano específico de espaço de armazenamento online além do que já oferece via seus serviços de email e outros.
A resolução de tela no formato 1.024 x 768 pixels é a mais popular entre usuários de computador de todo o mundo, segundo um estudo divulgado pela empresa OneStat. Ela responde por 56,15%, seguida por aquela de 1.280 x 1.024 pixels (15,8%).
Já o formato 800 x 600 pixels, bastante popular há alguns anos, vem perdendo mercado –atualmente ela responde por 12% do total, contra 18,23% há um ano. Nas estatísticas de junho de 2006, a resolução de 1.280 x 800 pixels fica em quarto lugar (4%), seguida pela de 1.152 x 864 (3,9%).
A popularidade do formato 1.024 x 768 pixels é mais alta no Reino Unido e Holanda, países onde responde, respectivamente, por 58,9% e 57,5% da escolha dos usuários.
São Paulo - Serviço brasileiro permite que usuários atrelem anúncios de produtos a vídeos do YouTube.
A startup brasileira boo-box anunciou na última sexta-feira (09/11) novas ferramentas do seu serviço homônimo que permitem que blogueiros monetizem vídeos publicados online.
Segundo demonstração no blog do produto, usuários que queiram lucrar a partir de vídeos podem adaptar obras disponíveis no serviço YouTube dentro da plataforma do boo-box, que relaciona anúncios ao filme escolhido.
Ao contrário das imagens, que apresentam uma nova janela ao serem clicadas com as ofertas, a novidade adapta o vídeo a uma nova interface onde leitores têm acesso a três ofertas rotativas na coluna esquerda, enquanto o vídeo continua a ser reproduzido.
O novo serviço funciona com vídeos do YouTube, que podem oferecer códigos para que sejam integrados a blogs e sites. O sistema exige que o blogueiro escolha as tags que balizarão os produtos oferecidos durante a exibição do vídeo.
A startup também anunciou que o serviço não depende mais da exigência de atrelá-lo com imagens ou vídeos para comparar preços de produtos.
Com a portabilidade de plataformas, o boo-box pode carregar comparações de produtos por meio de links em páginas pessoais ou mensagens eletrônicas, o que também permite o envio de sugestões por e-mail.
Por fim, a empresa confirmou parceria com o Buscapé prometida quando a API do serviço foi oferecida publicamente, além de anunciar a participação do sistema de comparação de preços JaCotei.